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ASSOCIAÇÃO DOS CONDOMÍNIOS HORIZONTAIS - ACH

Associação

OFICINAS ACOMPANHAMENTO ESCOLAR; BORDADO; MATEMÁTICA; PORTUGUÊS; LEITURA E ESCRITA; HISTÓRIA; CIÊNCIAS; BIOLOGIA; CONVIVÊNCIA; APRENDENDO MAIS FÁCIL; INFORMÁTICA; PROJETO DE INCLUSÃO DIGITAL. A ACH TAMBÉM OFERECE UMA BIBLIOTECA COM ATENDIMENTO AO PÚBLICO
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VideoACH Social - Por um Mundo melhorFeb 24, 2012
ThumbnailParceria com rgtech, no recebimento de sinal de Internet via Rádio gratuito.
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Feb 24-Alimentando Mais por Menos - Instituto Guma - ACH
Aug 14-ACH: Associação dos Condomínios Horizontais
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ReviewReviewsNov 3, 2011
ThumbnailOutras atividades realizadas no ano de 2010

- Participação nas reuniões mensais e na eleição de Conselheiros do Conselho Tutelar de Nova Lima/MG;

- Participação nas reuniões mensais dos Conselhos Municipais da Criança e do Adolescente e de... more
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Nov 3-Associação dos Condomínios Horizontais
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Blog EntryACH - MEIO AMBIENTESep 19, 2011
Amigos de Nova Lima e RMBH, Socializando a divulgação do evento( abaixo) onde poderemos expressar as nossas dúvidas, idéias e desejos para uma Nova Lima Sustentável . Esta Nova Lima viável só será possível com a adequação da LUOS (... more
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Jun 10-Serrinha - Monumento Natural
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May 13-A ACH Participa do Fórum que Discute Desenvolvimento para Brumadinho
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achsocial wrote on Apr 3
Lixões: Prefeitos têm desafio de providenciar aterros sanitários que atendam normas

Quando o assunto é lixo, quase um terço das prefeituras mineiras tem a tarefa de cumprir em pouco mais de dois anos o que não fizeram em décadas.

Vence no início de agosto de 2014 o prazo dado às cidades brasileiras pela Lei 12.305, para a eliminação completa dos lixões e a construção de aterros sanitários. Os prefeitos de 278 municípios mineiros que ainda não tomaram providências estão com a corda no pescoço. Para se salvar, terão de se agarrar com unhas e dentes aos consórcios intermunicipais, última chance dada pelos governos estadual e federal. Em Minas, 50 deles estão em andamento para atender 469 municípios, mas as diferenças sociais e políticas entre as localidades podem ser um entrave na mesa de negociações.

A maior parte desses consórcios está nas regiões Centro-Oeste, Vale do Rio Doce, Sul e Central. A decisão é simples: o interessado tem recurso garantido das esferas estadual e federal. Quem não quiser optar pelo modelo terá de caminhar com as próprias pernas. A proposta, coordenada em Minas pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional e Política Urbana (Sedru), está em curso desde 2007. Atualmente, 11 consórcios estão formatados, seis dos quais já funcionam, nas cidades-polo de Itajubá (Sul do estado), Frutal (Triângulo Mineiro), Cristiano Otoni e João Monlevade (Região Central), Betim (Região Metropolitana de Belo Horizonte) e Janaúba (Norte de Minas).

Todo o recurso é proveniente do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) dos Resíduos Sólidos, que ano passado liberou R$ 7 milhões para a elaboração de projetos de empreendimentos para tratamento e destinação de resíduos sólidos. A estrutura deverá ter aterro sanitário, aterro de resíduos da construção civil, unidade de triagem, galpão de triagem, estação de transbordo de resíduos domiciliares e ponto de entrega voluntária de recicláveis. Mas esses pontos não precisam ser instalados no mesmo espaço ou na mesma cidade.

Saiba mais...

Lixão vira ameaça para 278 prefeitos ( Não encontrei Nova Lima na lista ! O Lixão do Galo Velho não é Lixão?)

Aterro é solução superada

Um município será eleito para receber o aterro e o rejeito produzido pela população de todo o grupo. A ideia de associar cidades é tornar o empreendimento economicamente interessante para a iniciativa privada, que teria uma produção de resíduos em larga escala. Mas o promotor Luciano Badini, coordenador do Centro de Apoio Operacional da Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente, alerta para o fato de que a iniciativa já nasce com desafios. “Há municípios onde a produção é basicamente de lixo orgânico, justamente aquele de que não se pode ter aproveitamento econômico, caso do Norte, Jequitinhonha e Noroeste de Minas. Será que as empresas terão interesse nessa regiões cujo lixo é tão pobre?”, questiona.

Badini chama a atenção ainda para as particularidades de cada cidade: “A lei nacional recomenda os consórcios e, se houvesse um em cada região funcionando bem, seria o melhor dos mundos. Mas há uma série de dificuldades que não são ambientais, mas locais e paroquiais, que dificultam o acerto entre os municípios”.

Mas, como o tempo em que se arrasta o problema já mostrou que o bom senso não faz parte da agenda política ambiental, o incentivo financeiro é o grande estímulo para muitos prefeitos aceitarem a construção dos aterros. Os municípios que participarem dos consórcios terão um acréscimo de 10% na cota do ICMS ecológico. Já aqueles que se dispuserem a receber os resíduos sólidos receberão parcela com incremento de 30%.

MUDANÇA

Mais que atraídos pelo incentivo financeiro, os prefeitos estão se mobilizando pelo medo das ações criminais e do fantasma da inelegibilidade.

A ameaça é resultado de mudança na estratégia que o MP manteve há até três anos, quando entrava com ações civis públicas contra o município e até conseguia decisões favoráveis, mas sem resultado. “Percebemos que as cidades eram punidas duplamente. Primeiro, por não ter o tratamento adequado de resíduos e, segundo, porque os prefeitos não executavam as obras e as multas diárias aplicadas pela Justiça se tornavam volumosas, pois não eram quitadas”, conta o promotor Luciano Badini.

Por isso, as ações passaram a ser pessoais. Os prefeitos podem agora responder por crime de poluição, segundo a Lei de Crimes Ambientais, e por improbidade administrativa ambiental. “Já está havendo uma mudança de postura”, adianta Badini.

Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2012/03/25/interna_gerais,285289/lixoes-prefeitos-tem-desafio-de-providenciar-aterros-sanitarios-que-atendam-normas.shtml
achsocial wrote on Sep 16, '11
15/09/2011
Secretaria Estadual de Meio Ambiente está proibida de expedir Autorizações Ambientais de Funcionamento para atividades de mineração

Apesar de a informação ter sido pouco divulgada, no último mês de julho o Ministério de Minas e Energia (MME) oficiou o Secretário de Estado de Meio Ambiente que não mais conceda Autorizações Ambientais de Funcionamento (AAF’s) para mineração no Estado, e convoque para licenciamento os empreendimentos detentores da Autorização.

A decisão foi tomada a partir de Recomendação do Ministério Público Federal, enviada em 2010 para a Semad, pela Procuradora da República Zani Cajueiro Tobias de Souza.

Na Recomendação, a procuradora cita as Resoluções Conama 01/86 e 09/90, que determinam a exigibilidade de estudos de impacto ambiental para atividades de extração de minério, e necessidade de licenciamento ambiental, já que são, por natureza, empreendimentos efetiva ou potencialmente poluidores.

Segundo ela, as AAFs não podem ser consideradas como modalidade de licenciamento ambiental por não pressuporem estudos ambientais e não garantirem a recuperação da área minerada.

A Recomendação enfatiza que a utilização corriqueira das AAFs para atividades minerárias no Estado demonstra a necessidade imediata de adequação do sistema de licenciamento ambiental às normas vigentes.

Em janeiro deste ano, o Ministério Público Estadual já havia obtido liminar judicial para suspender as AAFs para mineração de ferro no Estado. Agora, com a Recomendação do MPF acatada pelo MME, essa proibição se estende a qualquer tipo de mineral extraído.

O oficio enviado pelo MME à Semad exige ainda que os empreendimentos minerários já regularizados por meio de AAFs sejam baixados em diligencia para que possam providenciar o devido licenciamento ambiental, conforme previsto na lei.

Fonte: http://www.amda.org.br/conteudo/2,37,3711,secretaria-estadual-de-meio-ambiente-esta-proibida-de-expedir-autorizacoes-ambientais-de-funcionamento-para-atividades-de-mineracao.aspx
achsocial wrote on Sep 16, '11

"Que o meio ambiente não seja visto como mais uma camada de dificuldade para o desenvolvimento, mas como a única forma do desenvolvimento ser de fato sustentável para todos os segmentos da sociedade."
achsocial wrote on Sep 8, '11
Venha Você Também Fazer parte desta Bela História.

Atendimento: Segunda a sexta de 08:00 às 18:00 horas

Contatos;

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achsocial wrote on Sep 8, '11

Por um futuro melhor
Matérias Publicadas - Terceiro Setor
Por Geraldo Lucciani
Dom, 15 de Março de 2009 00:00

Foto: Ronnie Von
UMA HISTÓRIA DE SOLIDARIEDADE QUE COMEÇOU A SER ESCRITA EM 2004 É HOJE UM DOS MAIORES PROJETOS SOCIAIS DO BAIRRO JARDIM CANADÁ

Maria Antônia, Luis e Olavo são apenas três dos mais de 90 personagens que essa narrativa poderia ter. Eles participam dos projetos e das oficinas da Associação dos Condomínios Horizontais (ACH), localizada no bairro Jardim Canadá, em Nova Lima.

Maria Antônia Azevedo Assunção, 11 anos, vai à associação quatro vezes por semana. Maria Totonha, como gosta de ser chamada, aprende bordado e participa do projeto de leitura. Ela conta que já leu sete livros desde que entrou no projeto, em outubro de 2008.

Os gêmeos Olavo Ferreira de Oliveira e Luiz Ferreira de Oliveira, 10 anos, participam das oficinas de capoeira, música, desenho, bordado, informática, reforço escolar e do projeto de leitura. Eles, que já leram 17 livros cada um desde quando começaram no projeto, em junho de 2008, vão à associação todos os dias. A mãe dos meninos, Neuza Ferreira de Jesus, conta que eles progrediram muito desde que começaram a freqüentar a ACH.

OS PROJETOS

A associação tem oficinas de bordado, música, dança, desenho, português, matemática, inglês, informática, acompanhamento escolar e projeto Vi-Ação Canadá Leitura, que tem mais de três mil obras no acervo. O projeto é destinado a crianças e adolescentes de 7 a 17 anos, regularmente matriculados em escola pública e que frequentam e participam das atividades oferecidas pela associação. A coordenadora pedagógica do projeto, Maria da Conceição Cândida Pinto, ressalta que as crianças desenvolvem uma visão crítica acerca da realidade em que estão inserida. “Temos o propósito de despertar, na criança e no adolescente, o prazer pela leitura e o aprimoramento de habilidades de escrita e de interpretação”, acrescenta.

A ACH também disponibiliza espaço para realização de atividades para adultos como o encontro da terceira idade e o curso de mecânica automotiva.

O INÍCIO

Tudo começou com um grupo de mulheres de um condomínio de Nova Lima que desenvolveu um trabalho de assistência com as famílias que prestavam serviço no local. No início, eram oficinas de bordado que aconteciam no próprio condomínio. Em poucos meses as voluntárias se transferiram para o bairro Jardim Canadá a convite do pároco do bairro, pela necessidade de um trabalho social na região, que tem um número significativo de famílias em situação de vulnerabilidade social. Um ano depois o trabalho progrediu ainda mais e começaram as aulas de reforço escolar e reuniões dos Alcoólicos Anônimos. Em 2006, o trabalho já era um sucesso e o espaço da Paróquia tornou-se pequeno, tamanho o interesse da comunidade. Foi quando a Associação dos Condomínios Horizontais tornou-se parceira das voluntárias. “Percebíamos a carência da população do bairro, víamos muitas crianças e adolescentes ociosos pelas ruas, por isso resolvemos aceitar o convite”, diz o presidente da ACH Edilon José da Silva.

A ASSOCIAÇÃO

A ACH é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos. De acordo com o vice-presidente, ela foi criada para promover segurança aos condomínios. “Em face desse trabalho, encontramos necessidades de criar condições sociais de ajuda à infância e adolescência. Por isso, recentemente a associação foi declarada como entidade de utilidade Pública municipal”, acrescenta. José Alexandre Leão, presidente da Associação da Indústria e Comércio do Jardim Canadá, acrescenta que ao se juntar interesses, idéias e ações, o resultado é mais rápido e coerente.
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